Às vezes passo por aqui pra deletar os comments spam e escrever alguma coisinha para manter o blog vivo e a prática de compartilhar algumas coisas que me interessam, ou me dizem respeito, com os amigos que me lêem por aqui.
Muitas revoluções minha gente! Tudo muito rápido e muito intensivo. Ainda não tive tempo de participar minha família, nem os amigos mais próximos. Certamente, muitos pensarão que estou louca, outros vão se surpreender e outros vão ignorar a importância das últimas mudanças que empreendi na vida.
Na verdade, mesmo a opinião dos que amo vale pouco na minha tomada de decisão. Meu nível de susceptibilidade à influência dos outros tem diminuído com os anos. E eu confio nas minhas últimas decisões. Meio excêntricas, mas confio.
O movimento está muito acelerado e o tempo ainda será um luxo até maio, creio… Quando as coisas se acomoradem um pouquinho, muita gente encontrará (neste corpinho) um outro espírito - “resetado”.
Como a responsabilidade com várias outras pessoas é alta, primeiro tenho que resolver a vida de uma galerinha para poder desopilar. Questões já bem encaminhadas, mas ainda não concluídas.
Tudo isso (e mais um tantão de outras coisas) em meio a um dia-a-dia que me tem feito ainda mais cética, decepcionada e intolerante com a raça humana (me incluo aí também). O que é essa gente? Para minha infelicidade, “Deus me deu” o dom do discernimento e da assertividade (pelo menos em graus um pouco acima da maioria) e é im-pres-si-o-nan-te a rede de equívocos, falta de bom senso e pequinês da mais sórdida praticadas e emadas por “essa gente”. Seres humanos unidos me assustam porque parecem que juntos tornam-se mais estúpidos e, por isso, perigosos.
O mundo, na minha opinião, está mesmo perdido. Tenho cada vez mais certeza disso. Mesmo assim, lutarei até o fim: mostrando minha indignação, chamando a atenção ao bom senso, me policiando pra errar menos e fazendo diferente da maioria sempre que possível.
Meio nível de tolerância e respeito com pessoas tem ficado cada vez mais restrito e o número de amigos e parentes para os quais dou crédito é bem reduzido mesmo. O resto é política e “fazer social” para poder circular sem “causar” por aí (e olha que “causo”!).
Apesar da natureza ter um apelo enorme sobre mim, cada vez mais penso que colocar mais um ser humano neste mundo é contribuir e compactuar com toda essa ‘m…’.
Minha conduta diante da raça:
1o. se nunca vi na vida, dedico todo meu respeito sem julgamentos - sempre parto do príncipio que a pessoa deve ser legal;
2o. se for legal mesmo, entrará para o seleto grupo das “pessoas que valhem a pena pra mim”;
3o. se não for legal, começam a aparecer os sentimentos dos tipo: pena, indignação, prática da mais zen das paciências, até o mais completo “ignore mode”;
4o. se não tiver que conviver com essa gente, ótimo! já estão deletadas e completamente esquecidas;
5o. se tiver que conviver, cultivo as mais puras e profundas atitudes políticas e muita economia para não perder meu tempo;
6o. se a critura infeliz acima pisar nos meus calos (morais, psicológicos, íntimos, culturais etc) sai de baixo!
Sim! É tudo subjetivo. Posso?